2 de junho no mar

Ja faz dias que estou navegando no nada… E eu ainda teimo em te chamar de amor Pelos indicativos do sol e do mar a volta, 2 de junho No pouco tempo que estivemos abraçados naquela cama imaginária, você me…

A sereia e o poeta

Eu vejo sepulcros caiados… Ossos limpos, desintegrados. Papeis boiando, salgados pelo mar. Entre pedras negras, marcadas do sangue de outras empreitadas. Me chamam de louco: “Poeta, volte para casa!” E fui remando na névoa de aroma floratta, ouvindo o cantar…